Estou tentando, juro que estou, transcrever em palavras doces e legíveis (digeríveis?) os sentimentos atravessados no meu peito. Sinto que (eu sinto tanto, eu sinto muito ...) preciso dar nome á tudo isso e também sinto, meio intuitivamente, que, por tamanha força, jorrarão palavras por todos os lados e será um trabalho árduo organiza-lás no papel. Mas nem digeríveis, nem mastigáveis, daqui só saem palavrões.
Há muito nó por desatar... e os nós são a base dos laços. Quando um laço se desfaz sempre ainda sobra um nó.
Acabo de cometer um ato falho, por pouco não escrevo dó ao invés de nó. Me faz pensar ...
E o dó seria de quem? Quem estou poupando quando seguro estas palavras entre os dentes impedindo que escapem boca fora?
Não seria esta a razão de haver tanta coisa atravessada e acumulada, por talvez nunca terem tido vazão?
Por que será que a gente tende á pensar que quem dá vazão perde a razão?
Talvez não haja mesmo palavras ou nomes, talvez seja só ele: o grito.
(SCPH)
PooliMarinho.

Assim como diz a música,
ResponderExcluira historia mais curta, sem amor, sem glória..
Definitivamente eu NÃO consigo tirar meus olhos de você, não consigo tirar meus olhos de você..
Não consigo para de te olhar..
"Há muito nó por desatar... e os nós são a base dos laços. Quando um laço se desfaz sempre ainda sobra um nó. "
E então é isso, como você falou que deveria ser!
Mesmo assim, não consigo tirar meus olhos de você